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      <title>dsads</title>
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  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
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          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/c92ba6f4/dms3rep/multi/Screenshot_17-caa8c347.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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      <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 21:26:13 GMT</pubDate>
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      <title>ferewyehds</title>
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      <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 21:26:11 GMT</pubDate>
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      <title>Estado enfrenta gargalos na transmissão e distribuição</title>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estado enfrenta gargalos na distribuição e transmissão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Presidente do Sindenergia-MT destaca a necessidade de ampliar e modernizar a infraestrutura energética para acompanhar o crescimento de Mato Grosso.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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    &lt;br/&gt;&#xD;
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&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mato Grosso terá energia suficiente para sustentar o avanço da industrialização, o crescimento da produção agropecuária e a expansão demográfica nas próximas décadas? Para especialistas e representantes dos setores produtivos ouvidos na 3ª reportagem da série semanal de especiais sobre as eleições que o jornal A Gazeta publica até o pleito em outubro de 2026, a resposta depende menos da capacidade de geração e mais da velocidade com que o Estado conseguirá ampliar e modernizar sua infraestrutura energética.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente, o território gera o dobro da eletricidade que consome, mas enfrenta gargalos na transmissão e distribuição que ameaçam limitar seu crescimento industrial e agropecuário, além de afetar a demanda residencial no contexto de crescimento populacional. Em 2024 foram gerados 21,8 mil GWh de energia elétrica em Mato Grosso, enquanto o consumo estadual foi de 11,2 mil GWh. Apesar da geração superior à demanda e de uma matriz elétrica predominantemente renovável, diferentes regiões ainda enfrentam limitações para se desenvolver. O principal entrave está na capacidade de transmitir e distribuir a energia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A preocupação aumenta porque a economia mato-grossense avança em ritmo acelerado. Segundo o presidente do Sindicato da Construção, Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Gás no Estado de Mato Grosso (Sindenergia-MT), Carlos Coelho Garcia, a demanda elétrica estadual cresce cerca de 50% acima da média nacional. “O principal desafio do Estado é que a gente consiga desenvolver e expandir a infraestrutura elétrica num ritmo suficiente para atender nossas necessidades de crescimento”, afirma Garcia. Mato Grosso não enfrenta um problema de oferta, ele produz energia e exporta excedentes completa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em determinadas regiões, a falta de capacidade da rede pode impedir a instalação ou ampliação de operações produtivas e o surgimento de novas fronteiras agrícolas. Isso ocorre porque os investimentos precisam ser planejados e priorizados e a expansão da rede para pontos do território com grandes dimensões e baixa densidade populacional teria impacto direto sobre as tarifas pagas pelos consumidores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) também identifica o problema. Para a entidade, o desafio é transformar a disponibilidade energética existente em segurança, estabilidade, capilaridade e competitividade para as diferentes regiões e atividades produtivas. A indústria considera essencial ampliar a rede trifásica, modernizar a distribuição e reduzir o custo da energia, além de ampliar a autoprodução e facilitar o acesso ao mercado livre para consumidores industriais de baixa tensão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Capilaridade de rede
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            — A expansão da transmissão é apontada como uma das principais carências do sistema energético estadual. Novas linhas são necessárias para desafogar a rede e garantir condições para o crescimento de regiões que ainda não estão plenamente atendidas. A Energisa destaca que a transmissão é fundamental para acompanhar o crescimento da demanda, embora esse segmento não esteja dentro de sua área de atuação como distribuidora. A empresa prevê R$ 9,3 bilhões em investimentos nos próximos anos para expansão, modernização e reforço do sistema.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A avaliação é que o planejamento precisa antecipar o desenvolvimento, ou seja, a infraestrutura energética deve chegar antes ou ao mesmo tempo que novos projetos industriais e agropecuários e não apenas depois, com a demanda já instalada. A ordem é considerada essencial pelo presidente do Sindenergia-MT. Garcia defende uma política de organização territorial do desenvolvimento, com a criação e fortalecimento de pólos agroindustriais em locais estratégicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A concentração de empreendimentos integrados permitiria direcionar os investimentos de forma mais eficiente. O modelo, segundo ele, pode ser observado em regiões que concentram cadeias produtivas complementares, como Lucas do Rio Verde. Uma indústria de esmagamento de soja, por exemplo, pode fornecer matéria-prima para outras plantas instaladas nas proximidades, formando um cluster industrial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das principais iniciativas em andamento é o programa MT Trifásico, realizado pelo governo de Mato Grosso em parceria com a Energisa. Ele prevê R$ 1,4 bilhão para ampliar o sistema trifásico e melhorar o fornecimento de energia em áreas rurais, assentamentos, distritos e outros pontos do interior. Para o Sindenergia-MT, a continuidade do programa deve estar entre as prioridades dos próximos governos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Fiemt também ressalta que Mato Grosso apresenta inversões de fluxo e necessidade de reforços estruturais, mesmo com geração superior ao consumo. O fenômeno mostra que produzir energia não significa conseguir disponibilizá-la onde e quando ela é necessária.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por meio da geração distribuída são ofertados 2,8 GW no Estado e com potencial para ultrapassar 3,5 GW em 2030, enquanto a demanda máxima projetada é de 3,2 GW. Ao mesmo tempo, há excedentes de geração solar em determinados horários e aumento da demanda noturna em polos de irrigação. O cenário exige uma rede mais flexível, moderna e preparada para diferentes padrões de produção e consumo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           BIOMASSA, BIOGÁS E NOVAS TECNOLOGIAS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se o desafio imediato está na infraestrutura, as oportunidades para Mato Grosso estão na diversificação da matriz energética. O Estado reúne vantagens competitivas que podem colocá-lo entre os protagonistas da transição energética brasileira, como grande produção agropecuária, disponibilidade de resíduos e biomassa, expansão das fontes renováveis, produção de biocombustíveis e presença de minerais estratégicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o engenheiro eletricista e doutor em Sistemas de Energia Ivo Leandro Dorileo, o setor vive uma corrida tecnológica que envolve baterias de longa duração, automação de redes, combustíveis à base de hidrogênio e usinas hidrelétricas reversíveis. Mato Grosso, segundo ele, possui uma base importante para aproveitar essas oportunidades, especialmente no segmento de etanol de milho e cana. O Estado também pode desenvolver projetos de hidrogênio verde produzidos a partir da biomassa e avançar em tecnologias de armazenamento e geração reversível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as alternativas com maior potencial estão os biocombustíveis avançados de 2ª e 3ª geração. A infraestrutura instalada de usinas de etanol e biodiesel pode favorecer a transformação dessas unidades em biorrefinarias integradas, capazes de processar grãos e produzir múltiplos coprodutos de baixo carbono.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os resíduos agroindustriais também podem ganhar novas funções, a biomassa pode contribuir, por exemplo, para a secagem de grãos, considerada um dos gargalos da agroindústria. Dorileo cita, ainda, o potencial do biometano. Uma rede de dutos abastecida por combustível produzido a partir dos resíduos da suinocultura poderia atender parte importante da agroindústria das regiões Médio-Norte e Norte de Mato Grosso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Estado também possui minerais estratégicos utilizados pela indústria eletroeletrônica e considerados fundamentais para a transição energética, entre eles ouro, neodímio, cobre, níquel e manganês. A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) está concluindo o Balanço Energético de Mato Grosso, estudo que pretende mapear onde e quanto cada região consome e produz de energia. As informações deverão orientar os investimentos dos próximos dez anos e ajudar no planejamento de novas frentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           TRANSIÇÃO ENERGÉTICA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mato Grosso possui uma matriz elétrica limpa e é grande produtor de etanol e biodiesel. Mesmo assim, é dependente de combustíveis fósseis, especialmente em setores como o transporte. O resultado é paradoxal, pois, além disso, o Estado exporta energia renovável, mas ainda depende, em diferentes atividades, de combustíveis trazidos de fora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o presidente do Sindenergia-MT uma das prioridades deve ser acelerar a substituição dos combustíveis fósseis por alternativas mato-grossenses, como biometano, biodiesel B100 e etanol.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A proposta inclui a criação de corredores sustentáveis para estimular a substituição do diesel nas frotas pesadas por combustíveis renováveis e, em determinadas situações, pela eletromobilidade. A Fiemt defende a diversificação das fontes e o incentivo ao uso de biomassa, biogás, biocombustíveis, bioenergia, fontes renováveis, armazenamento e outras tecnologias de baixa emissão de carbono. Para a entidade, a transição energética precisa ocorrer sem comprometer a segurança do abastecimento e a competitividade da indústria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No gás natural, o desafio também está na distribuição. O gasoduto do Distrito Industrial de Cuiabá possui 39 quilômetros e está em operação desde julho de 2025, com capacidade para fornecer até 186 mil metros cúbicos (m³) por dia às indústrias da região. Entretanto, a capacidade de transporte disponível é maior. O Gasoduto Lateral Cuiabá possui capacidade de 2,8 milhões (m³) diários. A diferença evidencia a necessidade de ampliar a infraestrutura para que o gás chegue a mais consumidores e regiões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           BIOMASSA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro aspecto essencial para transição energética é a ampliação da oferta de biomassa sustentável. Para a Associação dos Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta), o Estado precisa criar condições para aumentar os investimentos em florestas plantadas. O presidente da entidade, Fausto Takizawa defende a criação de estruturas de crédito ou fundos específicos, além de segurança jurídica para atividades de longo prazo, como a silvicultura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo ele, Mato Grosso possui instrumentos como a reposição florestal e o Plano de Suprimento Sustentável (PSS), mas o desafio é garantir a aplicação eficiente dos mecanismos existentes. Para os grandes consumidores de biomassa, o PSS pode ser exigido como condicionante do licenciamento, garantindo maior controle sobre a origem da madeira utilizada. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sun, 30 Aug 2026 20:14:56 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Da informação à decisão: como a inteligência está mudando a gestão das distribuidoras</title>
      <link>http://www.sindenergia.com.br/trtte</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Da informação à decisão: como a inteligência está mudando a gestão das distribuidoras
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/c92ba6f4/dms3rep/multi/post-para-instagram-45-02c8e2fc.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com dados regulatórios e informações da operação real, a Kaffa estrutura decisões mais rápidas, previsíveis e rastreáveis
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O setor elétrico brasileiro opera hoje em um ambiente de complexidade crescente. O avanço da geração distribuída, o aumento das exigências regulatórias e a maior variabilidade da operação trouxeram um novo nível de exigência para quem precisa tomar decisões dentro das distribuidoras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse cenário, três desafios ganham peso: organizar informações que estão espalhadas, sustentar decisões com evidências e conseguir acompanhar, ao longo do tempo, como e por que uma decisão foi tomada. É nesse ponto que a tecnologia começa a fazer diferença. Da inteligência artificial à estruturação de dados, diferentes recursos podem ajudar a transformar informação dispersa em uma base mais clara para a gestão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Mas existe uma condição para isso funcionar: antes de fazer o dado trabalhar, é preciso organizar a casa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A base vem antes do algoritmo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A aplicação prática de inteligência artificial no setor elétrico depende de algo que vem antes do próprio modelo: dados organizados e confiáveis. Nas distribuidoras, informações importantes para a operação, as finanças e a regulação estão distribuídas entre diferentes sistemas. São ferramentas robustas, criadas para atender necessidades específicas, mas que nem sempre compartilham informações de maneira integrada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando essa base está desconectada, qualquer automação pode apenas acelerar problemas que já existem. Por isso, a inteligência que realmente gera valor precisa partir de uma informação consistente, organizada e disponível no contexto certo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É a partir dessa base que uma segunda questão aparece: o que fazer com todo o dado regulatório que já está disponível?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Insights: do indicador público à leitura estratégica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           AANEEL disponibiliza um grande volume de informações sobre o setor. Estão ali indicadores de continuidade do serviço, satisfação do consumidor, qualidade comercial e desempenho das distribuidoras. O dado existe. O desafio está em transformar esse volume de informação em uma leitura que ajude a orientar prioridades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É nesse espaço que atua o Insights by Kaffa. A plataforma organiza dados regulatórios em um ambiente que facilita a comparação entre distribuidoras, o acompanhamento histórico e a identificação de padrões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na prática, isso permite ir além da consulta de um indicador isolado. É possível entender como uma distribuidora está posicionada em relação às demais, acompanhar a evolução de seus resultados e identificar pontos que merecem atenção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma informação como DEC ou FEC, por exemplo, ganha outro significado quando pode ser analisada em perspectiva. A comparação com outras distribuidoras ajuda a entender a posição da empresa diante do mercado e do ambiente regulatório.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E existe ainda uma camada adicional de análise: relacionar esse desempenho com a própria estrutura da operação, seus ativos e os investimentos envolvidos. É nesse momento que consultar um dado deixa de ser o fim do processo e passa a ser o começo de uma pergunta mais importante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Kaio: menos tempo procurando, mais tempo analisando
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em muitas organizações, o problema não está na ausência de informação. Está no tempo necessário para encontrá-la, cruzá-la e interpretá-la.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma análise pode depender de diferentes relatórios, sistemas e do conhecimento de profissionais especializados. Quando essa combinação se torna necessária para cada nova pergunta, a capacidade de análise fica limitada pela disponibilidade de poucas pessoas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Kaio, agente de IA treinado nos dados do setor elétrico, foi desenvolvido para atuar justamente nesse ponto. Em vez de navegar por diferentes relatórios para encontrar uma informação específica, o usuário pode fazer perguntas em linguagem natural. Comparações entre indicadores, evolução de desempenho e rankings regionais são alguns exemplos de análises que podem ser solicitadas diretamente ao agente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A resposta é estruturada a partir da base regulatória utilizada pelo sistema, reduzindo o tempo entre a pergunta e a obtenção da informação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ganho, portanto, está menos na tecnologia pela tecnologia e mais na capacidade de ampliar o acesso à análise. Informações que antes dependiam de processos mais demorados e de poucos especialistas podem se tornar parte da rotina de um número maior de profissionais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E o Kaio é apenas uma das formas pelas quais essa inteligência pode ser aplicada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Um novo padrão de gestão orientado por dados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A incorporação de inteligência à gestão do setor elétrico acontece de forma gradual. Segurança, consistência e aderência regulatória continuam sendo requisitos fundamentais para qualquer avanço tecnológico em um ambiente crítico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, a evolução da gestão não depende de substituir os sistemas e processos que já existem. Depende de torná-los mais conectados, mais acessíveis e mais capazes de sustentar decisões com evidências. A inteligência artificial pode acelerar análises, ampliar o acesso à informação e apoiar profissionais em tarefas que exigem o cruzamento de grandes volumes de dados. A estruturação da informação, por sua vez, cria as condições para que esses recursos funcionem de maneira consistente. A decisão continua sendo responsabilidade do especialista. O que muda é a qualidade da informação disponível quando essa decisão precisa ser tomada. Para uma distribuidora, isso significa conseguir olhar para seus dados regulatórios, operacionais e territoriais com mais contexto, acompanhar sua evolução e entender melhor os caminhos possíveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É essa combinação que orienta a atuação da Kaffa: inteligência artificial onde ela agrega valor e estruturação de dados onde ela já resolve o problema. No fim, a tecnologia cumpre seu papel quando encurta a distância entre uma informação disponível e uma decisão que precisa ser tomada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Acesse mais informações no site da Kaffa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           *conteúdo patrocinado produzido e oferecido pela equipe Kaffa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c92ba6f4/dms3rep/multi/post-para-instagram-45-02c8e2fc.png" length="4199528" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 17:34:24 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O Princípio da Atualidade e a Modernização das Redes de Distribuição de Energia</title>
      <link>http://www.sindenergia.com.br/noticia-de-teste-sindenergia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Princípio da Atualidade e a Modernização das Redes de Distribuição de Energia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A FNE propõe uma interpretação que harmoniza o contrato de concessão, a legislação e o dever permanente de modernização do serviço público
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O aumento da frequência dos eventos climáticos extremos intensificou o debate sobre a resiliência das redes de distribuição de energia elétrica. Em resposta, a ANEEL elaborou a Nota Técnica nº 93/2026 e o Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR) nº 3/2026, concluindo pela manutenção do modelo regulatório vigente e da liberdade das distribuidoras para escolher os padrões tecnológicos de suas redes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), contudo, sustenta que essa liberdade deve ser interpretada à luz do princípio da atualidade previsto na Lei nº 8.987/1995 e das obrigações estabelecidas nos contratos de concessão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O núcleo da controvérsia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O próprio Relatório de AIR reconhece que a rede convencional com condutores nus apresenta o pior desempenho entre os padrões avaliados, enquanto redes compactas e isoladas oferecem maior confiabilidade e melhor relação benefício/custo para aumentar a resiliência do sistema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar disso, a AIR conclui que cabe às distribuidoras decidir qual tecnologia utilizar. Para a FNE, essa conclusão decorre de interpretação incompleta dos contratos de concessão, que condicionam a liberdade empresarial ao dever de adotar tecnologia adequada, observar as melhores práticas e promover a modernização das instalações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, a autonomia gerencial não pode ser entendida como autorização para perpetuar indefinidamente tecnologias de desempenho reconhecidamente inferior
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O princípio da atualidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O debate não consiste em impor uma tecnologia específica às distribuidoras. A escolha entre redes compactas, isoladas, subterrâneas ou outras soluções deve permanecer no âmbito empresarial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A questão é outra: se uma tecnologia oficialmente reconhecida como menos confiável continua compatível com o conceito legal de serviço adequado. O princípio da atualidade impõe a incorporação da evolução tecnológica necessária para assegurar eficiência, segurança, continuidade e qualidade na prestação do serviço público.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse contexto, a substituição gradual das redes convencionais decorre do dever de atualização tecnológica, e não da imposição de um padrão construtivo específico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conclusão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O verdadeiro debate regulatório não é a obrigatoriedade de adoção de determinada tecnologia, mas a compatibilidade da permanência das redes convencionais com o princípio da atualidade da Lei nº 8.987/1995.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao defender o reconhecimento da obsolescência da tecnologia convencional, sem restringir a liberdade das concessionárias para escolher a tecnologia substituta, a FNE propõe uma interpretação que harmoniza o contrato de concessão, a legislação e o dever permanente de modernização do serviço público, fortalecendo a segurança jurídica e a resiliência dos sistemas de distribuição de energia elétrica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *Carlos Augusto Ramos Kirchner é consultor da FNE – Federação Nacional dos Engenheiros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c92ba6f4/dms3rep/multi/ChatGPT+Image+19+de+ago.+de+2026-+15_03_33.png" length="3671477" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 19 Aug 2026 18:57:46 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Aneel prevê regulamentação do mercado livre apenas em 2027</title>
      <link>http://www.sindenergia.com.br/my-post</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://higestor.responsivewebsitebuilder.io/site/c92ba6f4/my-post?preview=true&amp;amp;insitepreview=true&amp;amp;dm_device=desktop" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Aneel prevê regulamentação do mercado livre apenas em 2027
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agência prepara regras para SUI, sobrecontratação e atuação dos varejistas após decreto que regulamenta abertura para consumidores de baixa tensão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A abertura do mercado livre para consumidores de baixa tensão só deverá ganhar regulamentação efetiva da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a partir de 2027. Isso porque as consultas públicas necessárias para editar as normas devem impedir a conclusão dos processos ainda em 2026, segundo Felipe Calabria, superintendente de Regulação dos Serviços de Geração e do Mercado de Energia Elétrica da agência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “Esse ano não teria possibilidade de concluir nenhuma instrução para abertura do mercado”, afirmou Calabria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Aneel já mapeou os temas e incluiu as medidas na agenda regulatória. Agora, após o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última quarta-feira, 12 de agosto, a agência vai avançar na elaboração das regras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Pela regra geral, as consultas públicas precisam permanecer abertas por 45 dias. Há possibilidade de redução desse prazo, desde que devidamente justificada. Ainda assim, o cronograma reduz o espaço para aprovação das normas neste ano. “Agora é partir para as instruções”, disse Calabria durante o evento Energia em Transformação, promovido pelo BMA Advogados, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 13 de agosto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pelo menos três áreas da Aneel estarão envolvidas no trabalho. São as superintendências responsáveis por tarifas, mercado e regulação da distribuição. A proposta é desenvolver as regras de forma conjunta antes de submetê-las à diretoria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os temas estão o plano de comunicação aos consumidores, o tratamento da sobrecontratação das distribuidoras, o Open Energy e a plataforma de preços. Também será necessário definir a separação das tarifas entre os ambientes de contratação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segurança do mercado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O Supridor de Última Instância (SUI) será outro ponto central. O decreto estabelece diretrizes para o mecanismo, que deverá funcionar como uma proteção para o consumidor em caso de problemas com o comercializador.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A regulamentação terá de definir a permanência do consumidor no SUI e a tarifa cobrada nesse período. Além disso, precisará tratar da representação varejista para consumidores do grupo B e de alterações na Resolução 1.000.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Tem uma série de atividades que precisam vir para serem endereçadas”, afirmou o superintendente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além do SUI, a Aneel prepara medidas para reforçar a segurança e a liquidez do mercado de energia. Duas consultas públicas estão previstas ainda para este ano. Uma delas envolve o monitoramento prudencial e o cálculo definitivo do fator de alavancagem das comercializadoras, após o período sombra. A outra trata do processo sancionador no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outras medidas estão previstas na agenda regulatória para 2027 e 2028. Entre elas estão as regras de garantias financeiras para o Mercado de Curto Prazo (MCP) e uma análise de resultado regulatório sobre as outorgas de comercializadoras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “São ações que estão concatenadas entre si”, disse Calabria. Segundo ele, o objetivo é fortalecer a “segurança do mercado” e a “liquidez do mercado”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sobrecontratação das distribuidoras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A migração dos consumidores para o mercado livre também exigirá uma regra para os custos de sobrecontratação das distribuidoras. Desse modo, o tema está previsto na Lei 15.269 como um dos pré-requisitos para a abertura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Aneel ainda faz uma avaliação interna antes de levar a questão à consulta pública. A diretriz, contudo, já está definida na legislação e no decreto. Segundo Calabria, o custo associado à migração será pago pelo ambiente de contratação livre.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Vai pagar quem migrar e, portanto, o ambiente de comercialização livre que pagaria por esse custo”, afirmou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A regulamentação deverá detalhar como esse princípio será aplicado na prática. Nesse sentido, o objetivo é evitar que os custos provocados pela migração dos consumidores de baixa tensão sejam transferidos para aqueles que permanecerem no mercado regulado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c92ba6f4/dms3rep/multi/G1161.jpg" length="58387" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 20:15:44 GMT</pubDate>
      <guid>http://www.sindenergia.com.br/my-post</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Sindenergia participa de workshop da Energisa sobre contingências climáticas e impactos do El Niño em Mato Grosso</title>
      <link>http://www.sindenergia.com.br/sindenergia-participa-de-workshop-da-energisa-sobre-contingencias-climaticas-e-impactos-do-el-nino-em-mato-grosso</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://higestor.responsivewebsitebuilder.io/site/c92ba6f4/copia-de-sindenergia-participa-de-workshop-da-energisa-sobre-contingencias-climaticas-e-impactos-do-el-nino-em-mato-grosso?preview=true&amp;amp;insitepreview=true&amp;amp;dm_device=desktop" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Cópia de Sindenergia participa de workshop da Energisa sobre contingências climáticas e impactos do El Niño em Mato Grosso
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Encontro discutiu os impactos do fenômeno climático sobre o sistema elétrico e as estratégias para garantir a segurança e a continuidade do fornecimento de energia no Estado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O Sindenergia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            participou, nesta quinta-feira (13), de um workshop realizado pela Energisa Mato Grosso sobre contingências climáticas, com o tema
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “El Niño em Mato Grosso: quais os impactos para o sistema elétrico e como o Estado está se preparando?”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           encontro reuniu representantes de diferentes áreas para discutir os cenários climáticos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            previstos para Mato Grosso e os possíveis impactos sobre a população e a infraestrutura elétrica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Entre os principais pontos abordados estão a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           previsão de temperaturas acima da média, a possibilidade de estiagem prolongada e o aumento do risco de queimadas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , fatores que podem ampliar os desafios para a operação e a manutenção do sistema elétrico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Durante o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           workshop
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , foram apresentados os cenários esperados para o Estado, os riscos associados às condições climáticas e as estratégias adotadas para fortalecer a capacidade de resposta diante de eventuais ocorrências.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Energisa também apresentou seu
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           plano de contingência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , estruturado para garantir uma atuação rápida e eficiente em situações que possam afetar o fornecimento de energia, contribuindo para a segurança da população e para a continuidade dos serviços essenciais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A participação do Sindenergia reforça a importância do diálogo e da articulação entre os diferentes agentes do setor elétrico diante dos desafios impostos pelas mudanças nas condições climáticas.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O encontro destacou, ainda, a necessidade de planejamento, prevenção e integração para fortalecer a resiliência do sistema elétrico de Mato Grosso e garantir maior segurança no fornecimento de energia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c92ba6f4/dms3rep/multi/Screenshot_17.png" length="1313524" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 19:09:09 GMT</pubDate>
      <guid>http://www.sindenergia.com.br/sindenergia-participa-de-workshop-da-energisa-sobre-contingencias-climaticas-e-impactos-do-el-nino-em-mato-grosso</guid>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>MT Trifásico é avanço, mas estado precisa de plano energético mais amplo, diz Sindenergia</title>
      <link>http://www.sindenergia.com.br/copia-de-justica-de-minas-rejeita-acao-de-sindicatos-contra-a-extincao-da-bhtrans</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://higestor.responsivewebsitebuilder.io/site/c92ba6f4/copia-de-justica-de-minas-rejeita-acao-de-sindicatos-contra-a-extincao-da-bhtrans?preview=true&amp;amp;insitepreview=true&amp;amp;dm_device=desktop" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            MT Trifásico é avanço, mas estado precisa de plano energético mais amplo, diz Sindenergia
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Presidente da entidade avalia que programa lançado pelo Governo de Mato Grosso ajuda a reduzir gargalos históricos, mas alerta que a demanda por energia cresce mais rápido que a capacidade de expansão da infraestrutura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O lançamento do programa MT Trifásico pelo Governo de Mato Grosso na quinta-feira (28.05) foi recebido como um passo importante para ampliar a oferta de energia no interior do estado, mas ainda insuficiente diante do ritmo de crescimento da demanda energética mato-grossense. A avaliação é do presidente do Sindenergia Mato Grosso, Carlos Garcia, que defende a construção de uma política mais ampla para garantir a segurança energética necessária ao desenvolvimento econômico nas próximas décadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Anunciado pelo Governo do Estado em parceria com a Energisa, o programa prevê investimentos de R$ 1,4 bilhão até 2030 para implantação de cinco mil quilômetros de rede trifásica, beneficiando assentamentos, pequenas propriedades rurais, agroindústrias e regiões que ainda enfrentam limitações no fornecimento de energia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para Garcia, o valor representa apenas uma parcela dos investimentos necessários para solucionar os desafios estruturais do setor, mas inaugura um modelo importante de atuação conjunta entre o poder público e a concessionária.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "Em termos de investimento, ele representa pouco do que precisamos para solucionar o problema energético do estado. Mas representa muito na construção de um caminho para enfrentar esse desafio, principalmente porque cria uma solução sem transferir esse custo para a tarifa do consumidor", afirmou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segundo o presidente do Sindenergia, a energia elétrica se tornou o principal gargalo de infraestrutura de Mato Grosso após os avanços registrados em áreas como rodovias e ferrovias.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ele cita que o estado conseguiu avançar na logística de transporte nos últimos anos e agora precisa voltar sua atenção para a expansão da infraestrutura energética, considerada essencial para sustentar o crescimento do agronegócio, da indústria e de novos empreendimentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "A energia elétrica é hoje o principal desafio de infraestrutura do estado. O MT Trifásico é um início importante, mas precisamos construir uma solução mais abrangente para acompanhar o desenvolvimento que Mato Grosso está vivendo", destacou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Garcia também voltou a defender a criação de um programa estadual de desenvolvimento energético, reunindo governo, setor produtivo, concessionária e investidores para planejar as necessidades futuras do estado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na avaliação dele, já existem diversas iniciativas isoladas em andamento, mas falta uma estratégia integrada capaz de identificar prioridades, coordenar investimentos e antecipar demandas que surgirão nos próximos anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "Precisamos organizar tudo o que já está sendo feito, entender o que ainda falta e construir um planejamento de longo prazo. A demanda energética de Mato Grosso cresce cerca de 50% acima da média nacional e isso exige uma resposta à altura", afirmou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O dirigente ressalta que os investimentos atualmente previstos, incluindo os anunciados na renovação da concessão da Energisa, são voltados principalmente para corrigir deficiências já existentes na rede.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "Esses investimentos ajudam a resolver os gargalos atuais. Eles não estão sendo feitos para atender a demanda futura, mas para suprir necessidades que já existem hoje", observou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com a expectativa de crescimento de aproximadamente 50% da produção agrícola nos próximos dez anos, Garcia acredita que Mato Grosso precisará diversificar sua matriz energética e aproveitar melhor outras fontes disponíveis no estado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte: FIEMT
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Thu, 28 May 2026 15:23:38 GMT</pubDate>
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