Sindicato da Construção, Geração, Transmissão e Distribuição
de Energia Elétrica e Gás no Estado de Mato Grosso
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de maio foi de 0,58%, ou seja, 0,09 ponto percentual abaixo da taxa de 0,67% registrada em abril. Porém, é o dobro do índice de 2025 quando ficou em 0,26%. O IPCA no ano acumula alta de 3,20%. Nos últimos doze meses, o índice ficou em 4,72%. O valor está acima dos 4,39% dos 12 meses imediatamente anteriores.
De acordo com o IBGE, o grupo habitação, onde energia está inserida, teve 1,22% de variação e 0,18 p.p. de impacto. Contudo, o grupo Alimentação e bebidas, com variação de 1,33% e 0,29 p.p. de impacto, respondeu por metade do índice de maio.
No grupo habitação, a energia elétrica residencial subiu 3,67% e foi o principal impacto individual no resultado do mês, com 0,15 ponto percentual. Houve a incorporação dos reajustes de 5,91% em Aracaju (7,37%), 5,59% em Fortaleza (6,94%) e 4,78% em Salvador (6,73%), valendo desde 22 de abril. Desse modo, houve ainda o reajuste de 12,36% em Campo Grande (13,56%) a partir de 24 de abril e de 3,86% em Recife (8,84%) vigente desde 29 de abril. Além disso, 5,21% em Belo Horizonte (2,27%), a partir de 28 de maio.
Nos índices regionais, as maiores variações, de 1,31% foram registradas em Aracaju e Campo Grande, por influência das altas da energia elétrica residencial (7,37% e 13,56%) e do tomate (32,75% e 22,61%), respectivamente. Nesse sentido, a menor variação ocorreu em Curitiba (0,29%), por conta do recuo do emplacamento e licença (-4,83%) e da gasolina (-2,49%).
O Sindenergia é uma importante voz para as empresas do setor de energia em Mato Grosso, promovendo o diálogo entre as empresas, o governo e a sociedade, com o objetivo de contribuir para o crescimento econômico e a sustentabilidade ambiental