Sindicato da Construção, Geração, Transmissão e Distribuição
de Energia Elétrica e Gás no Estado de Mato Grosso
A última atualização do Monitor de Secas da Agência Nacional de Águas e Saneamento mostra que o Sudeste teve, em junho, o quadro mais severo do fenômeno no país. Considerando todas as regiões, no entanto, a área atingida pela seca entre maio e junho diminuiu de 4,21 milhões para 3,79 milhões de km². A redução atingiu 45% do território brasileiro.
Apesar disso, Amapá, Distrito Federal e Mato Grosso foram as únicas unidades da federação livres de seca no mês passado. O Sudeste, segundo a ANA, registrou seca grave em 2% de seu território.
Já a região sul apresentou condição mais branda em junho. Contudo, foi afetada pelo fenômeno em 100% de seu território. O mesmo aconteceu no Espírito Santo, que é um dos quatro estados do SE. Já nas demais unidades da federação com registro de seca, os percentuais variaram de 7% a 92%.
Considerando o território de cada unidade da Federação, o Amazonas teve maior área total de seca em junho, seguido por Bahia, Minas Gerais, Pará e Rio Grande do Sul.
O balanço da agência reguladora mostra abrandamento do fenômeno no Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo, na comparação entre maio e junho. Na outra ponta, porém, a seca intensificouse em Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul e Sergipe.
A estiagem ficou estável no Acre, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia e Tocantins. Nesse sentido, a região com menor percentual de área com seca foi o Centro-Oeste, com 22%. O Sudeste foi a mais afetada, com presença do fenômeno em 76% do território.
O Sindenergia é uma importante voz para as empresas do setor de energia em Mato Grosso, promovendo o diálogo entre as empresas, o governo e a sociedade, com o objetivo de contribuir para o crescimento econômico e a sustentabilidade ambiental